Cultura de espaço ou para cultos?
Cultura tem vários significados para mensuradas áreas ou campos de atuação. Cultura é definida popularmente como a retórica de cada um. Pode ser associada ao acúmulo de conhecimento, as viagens realizadas, ao refinamento de sua criação ou sua experiência de vida. Alguns apontam ”aquele cidadão é um cara muito culto!”. Porém, nem sempre isso tudo é sinônimo de que tal pessoa seja educada ou mesmo cortez para com os outros. A cultura pode ser também denominada como o comportamento dos cidadãos de determinadas regiões ou países, mediante o clima predominante e sua localização geográfica. Nem todo mundo tem um temperamento fechado como os curitibanos ou tão aberto quanto os baianos. Nem todos andam nus como os índios ou tão cobertos quanto os indianos! Cultura não se categoriza. Tudo é cultura. O samba, o frevo, o tango, a dança, a música em todos os seus ritmos, o teatro. É a manifestação de cada um em expor a sua essência em todos os tons.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Idosos na Universidade
Idosos retornam à sala de aula
Casar, ter filhos criá-los e educá-los. Esta era a realidade de muitos dos nossos idosos que permaneceram por um longo período de suas vidas estagnados a um sistema reprimido, que foi imposto por uma sociedade cheia de preconceitos e tabus. Porém, eles já estão libertos desses estereótipos. Idosos da terceira idade retomam os estudos e até ingressam na universidade. O tempo que antes era dedicado para o lar e a família, agora é destinado à cultura.
No entanto, a maturidade traz certas dificuldades físicas que exigem atenção especial da família e até mesmo do Estado. Dedicar atenção ao professor e desenvolver paciência para permanecer horas sentado em uma sala de aula são tarefas que antes pareciam fáceis e poderiam ser realizadas com rapidez e agilidade, mas que agora se transformam em verdadeiros desafios.
Com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos idosos, universidades da cidade de Curitiba oferecem cursos específicos de extensão para a terceira idade. É o exemplo da Universidade para Melhor Idade (UAMI), que aplicou um sistema para melhorar o perfil de estilo de vida para os idosos.
Os resultados obtidos foram positivos e há mais de 10 anos a UAMI oferece aos idosos um curso de extensão com duração de dois anos, sendo duas aulas por semana no período da tarde com atividades lúdicas, canto, artes cênicas, artes visuais, música, psicodrama e literatura. O mais atraente é que a UAMI tem fins filantrópicos.
Para a coordenadora pedagógica das Faculdades Espírita, professora Joice Marques, a participação de alunos da terceira idade na sala de aula enriquece e agiliza o processo de conhecimento. “Num país em fase de envelhecimento populacional como o Brasil, é de extrema importância investir na população idosa do nosso país. Além de melhorar a qualidade de vida dos idosos, estudar melhora também a auto estima e a saúde mental desses alunos”, conta Joice.
Inez Pissinin Belloni, tem 67 anos, e se formou no curso de Parapsicologia. Gostou tanto da experiência que agora é a mais nova caloura do curso de Geografia. “Depois que voltei a estudar minha vida mudou pra muito melhor. Foi algo tão fascinante que resolvi prosseguir e fazer mais um curso, o de geografia”, relata animada.
Voltar a estudar foi bem mais que simplesmente ter a satisfação de realizar um sonho. Para Inez, estudar é sinônimo de qualidade de vida, de alegria e de saúde. Ela conta que antes de retornar aos estudos se sentia inútil e desmotivada. Hoje ela tem alegria e prazer de ter com o que se ocupar. “Ajudou muito na minha saúde, na parte espiritual e social. Sinto-me útil em poder trocar experiências com meus colegas de classe, de fazer novas amizades, de poder aprender e adquirir conhecimento cada dia mais. É uma das melhores maneiras de viver bem a maturidade”, afirma.
É necessário que a sociedade reflita seus conceitos sobre o comportamento dos idosos. É preciso se questionar e verificar nossas atitudes referentes a essa questão. Com o evidente crescimento da expectativa de vida no mundo se faz necessária se preocupar com a qualidade de vida da população dos idosos.
Se faz presente a necessidade de se levar em consideração fatores como saúde, educação, bem-estar físico, psicológico, emocional e mental, assim como expectativa de vida onde envolve elementos não relacionados, como a família, amigos, emprego ou outras circunstâncias da vida. Segundo dados do IBGE, na última década houve um aumento significativo no percentual de idosos alfabetizados no país. Se na década de 90,55,8% dos idosos declararam saber ler e escrever, em 2000, esse percentual passou para 64,8%, o que representa um crescimento de 16,1% nesse período.
Mas apesar deste crescimento há uma estimativa de que ainda existem 5,1 milhões de idosos analfabetos no Brasil. Em relação ao gênero, os homens continuam sendo, proporcionalmente, mais alfabetizados do que as mulheres (67,7% contra 62,6%, respectivamente), já que até os anos 60 tinham mais acesso à escola do que as mulheres.
Casar, ter filhos criá-los e educá-los. Esta era a realidade de muitos dos nossos idosos que permaneceram por um longo período de suas vidas estagnados a um sistema reprimido, que foi imposto por uma sociedade cheia de preconceitos e tabus. Porém, eles já estão libertos desses estereótipos. Idosos da terceira idade retomam os estudos e até ingressam na universidade. O tempo que antes era dedicado para o lar e a família, agora é destinado à cultura.
No entanto, a maturidade traz certas dificuldades físicas que exigem atenção especial da família e até mesmo do Estado. Dedicar atenção ao professor e desenvolver paciência para permanecer horas sentado em uma sala de aula são tarefas que antes pareciam fáceis e poderiam ser realizadas com rapidez e agilidade, mas que agora se transformam em verdadeiros desafios.
Com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos idosos, universidades da cidade de Curitiba oferecem cursos específicos de extensão para a terceira idade. É o exemplo da Universidade para Melhor Idade (UAMI), que aplicou um sistema para melhorar o perfil de estilo de vida para os idosos.
Os resultados obtidos foram positivos e há mais de 10 anos a UAMI oferece aos idosos um curso de extensão com duração de dois anos, sendo duas aulas por semana no período da tarde com atividades lúdicas, canto, artes cênicas, artes visuais, música, psicodrama e literatura. O mais atraente é que a UAMI tem fins filantrópicos.
Para a coordenadora pedagógica das Faculdades Espírita, professora Joice Marques, a participação de alunos da terceira idade na sala de aula enriquece e agiliza o processo de conhecimento. “Num país em fase de envelhecimento populacional como o Brasil, é de extrema importância investir na população idosa do nosso país. Além de melhorar a qualidade de vida dos idosos, estudar melhora também a auto estima e a saúde mental desses alunos”, conta Joice.
Inez Pissinin Belloni, tem 67 anos, e se formou no curso de Parapsicologia. Gostou tanto da experiência que agora é a mais nova caloura do curso de Geografia. “Depois que voltei a estudar minha vida mudou pra muito melhor. Foi algo tão fascinante que resolvi prosseguir e fazer mais um curso, o de geografia”, relata animada.
Voltar a estudar foi bem mais que simplesmente ter a satisfação de realizar um sonho. Para Inez, estudar é sinônimo de qualidade de vida, de alegria e de saúde. Ela conta que antes de retornar aos estudos se sentia inútil e desmotivada. Hoje ela tem alegria e prazer de ter com o que se ocupar. “Ajudou muito na minha saúde, na parte espiritual e social. Sinto-me útil em poder trocar experiências com meus colegas de classe, de fazer novas amizades, de poder aprender e adquirir conhecimento cada dia mais. É uma das melhores maneiras de viver bem a maturidade”, afirma.
É necessário que a sociedade reflita seus conceitos sobre o comportamento dos idosos. É preciso se questionar e verificar nossas atitudes referentes a essa questão. Com o evidente crescimento da expectativa de vida no mundo se faz necessária se preocupar com a qualidade de vida da população dos idosos.
Se faz presente a necessidade de se levar em consideração fatores como saúde, educação, bem-estar físico, psicológico, emocional e mental, assim como expectativa de vida onde envolve elementos não relacionados, como a família, amigos, emprego ou outras circunstâncias da vida. Segundo dados do IBGE, na última década houve um aumento significativo no percentual de idosos alfabetizados no país. Se na década de 90,55,8% dos idosos declararam saber ler e escrever, em 2000, esse percentual passou para 64,8%, o que representa um crescimento de 16,1% nesse período.
Mas apesar deste crescimento há uma estimativa de que ainda existem 5,1 milhões de idosos analfabetos no Brasil. Em relação ao gênero, os homens continuam sendo, proporcionalmente, mais alfabetizados do que as mulheres (67,7% contra 62,6%, respectivamente), já que até os anos 60 tinham mais acesso à escola do que as mulheres.
Jovem e a Política
Jovem- O futuro da Nação?
No Brasil a participação dos jovens na política sempre se fez presente. Embora muitas vezes com descaso, da parte das autoridades, os jovens sempre manifestaram sua indignação, seu pensamento e a vontade de mudar a política desse país. Partindo da Ditadura Militar, passando pelos caras- pintada até o mensalão os jovens lutaram pela mudança, com idéias e defenderam a bandeira da igualdade social.
A fase em que os jovens brasileiros eram considerados como rebeldes revolucionários sem uma causa justa para defender passou e hoje eles têm seu espaço para expor seus ideais e a observação da realidade. Só pelo fato do jovem poder votar aos 16 anos se pode notar que já houve conquistas com a participação na política. Hoje, se pode votar não por obrigatoriedade, mas por amor a nação, por brasilidade. Na escola é ensinado sobre a desigualdade, sobre a crise atual, sobre taxas altíssimas de juros e que os jovens podem fazer a mudança. É aí que o desejo de “fazer diferente”, de “ fazer melhor”, aflora para os mais novos eleitores do Brasil.
Nós temos a oportunidade de escolher nossos representantes de dois em dois anos. Temos que ter a consciência e o compromisso de um voto responsável. Do contrário teremos mais alguns anos pra nos arrepender da nossa opção errada e inconseqüente.
O jovem brasileiro tem o potencial de votar consciente e não simplesmente aproveitar a época de eleição pra ganhar algum dinheiro distribuindo panfletos e agitando bandeiras nos sinaleiros. Isso transforma a militância em mão de obra barata. E tem partidos que aproveitam dessa circunstância pra comprar o voto desses jovens dessa maneira. Por aí se vê os ideais e o compromisso que cada partido tem para com seus eleitores.Ainda há muita luta pros jovens, que como todos dizem, “serão o futuro de amanhã!”. Temos que exigir o direito da cidadania, da justiça social, da democracia, da ecologia e da nossa qualidade de vida merecida. No próximo ano temos mais uma eleição para Presidente, Governador, Senador e para Deputados. Esses podem nos ajudar nessa luta à conseguir a mudança de um país para brasileiros com dignidade.
No Brasil a participação dos jovens na política sempre se fez presente. Embora muitas vezes com descaso, da parte das autoridades, os jovens sempre manifestaram sua indignação, seu pensamento e a vontade de mudar a política desse país. Partindo da Ditadura Militar, passando pelos caras- pintada até o mensalão os jovens lutaram pela mudança, com idéias e defenderam a bandeira da igualdade social.
A fase em que os jovens brasileiros eram considerados como rebeldes revolucionários sem uma causa justa para defender passou e hoje eles têm seu espaço para expor seus ideais e a observação da realidade. Só pelo fato do jovem poder votar aos 16 anos se pode notar que já houve conquistas com a participação na política. Hoje, se pode votar não por obrigatoriedade, mas por amor a nação, por brasilidade. Na escola é ensinado sobre a desigualdade, sobre a crise atual, sobre taxas altíssimas de juros e que os jovens podem fazer a mudança. É aí que o desejo de “fazer diferente”, de “ fazer melhor”, aflora para os mais novos eleitores do Brasil.
Nós temos a oportunidade de escolher nossos representantes de dois em dois anos. Temos que ter a consciência e o compromisso de um voto responsável. Do contrário teremos mais alguns anos pra nos arrepender da nossa opção errada e inconseqüente.
O jovem brasileiro tem o potencial de votar consciente e não simplesmente aproveitar a época de eleição pra ganhar algum dinheiro distribuindo panfletos e agitando bandeiras nos sinaleiros. Isso transforma a militância em mão de obra barata. E tem partidos que aproveitam dessa circunstância pra comprar o voto desses jovens dessa maneira. Por aí se vê os ideais e o compromisso que cada partido tem para com seus eleitores.Ainda há muita luta pros jovens, que como todos dizem, “serão o futuro de amanhã!”. Temos que exigir o direito da cidadania, da justiça social, da democracia, da ecologia e da nossa qualidade de vida merecida. No próximo ano temos mais uma eleição para Presidente, Governador, Senador e para Deputados. Esses podem nos ajudar nessa luta à conseguir a mudança de um país para brasileiros com dignidade.
Imparcialidade
Imparcialidade no jornalismo. Será?!
Na minha opinião a imparcialidade no jornalismo simplesmente não existe. Ou você escreve as matérias que convém e agrada ao dono do jornal, o que te mantém por algum tempo empregado, ou escreve sua matéria com sua opinião e logo será demitido.
Só não entendo realmente qual a função de se aprender sobre imparcialidade no jornalismo na universidade. Acho que deve ser pra que o estudante entenda mesmo que isso não existe.
A imparcialidade só pode existir se você não tiver conhecimento sobre determinado assunto, então não irá expor sua opinião porque simplesmente não sabe.
A função do comunicador é informar de maneira clara, sem deixar que sua parcialidade esconda algum fato importante da notícia. A responsabilidade do jornalista torna-se ainda maior quando se lembra que no Brasil, a maioria do povo engole com farinha as informações que recebe, porque é mais fácil, e acredita que se está nas páginas do jornal, então tá tudo certo.
Na minha opinião a imparcialidade no jornalismo simplesmente não existe. Ou você escreve as matérias que convém e agrada ao dono do jornal, o que te mantém por algum tempo empregado, ou escreve sua matéria com sua opinião e logo será demitido.
Só não entendo realmente qual a função de se aprender sobre imparcialidade no jornalismo na universidade. Acho que deve ser pra que o estudante entenda mesmo que isso não existe.
A imparcialidade só pode existir se você não tiver conhecimento sobre determinado assunto, então não irá expor sua opinião porque simplesmente não sabe.
A função do comunicador é informar de maneira clara, sem deixar que sua parcialidade esconda algum fato importante da notícia. A responsabilidade do jornalista torna-se ainda maior quando se lembra que no Brasil, a maioria do povo engole com farinha as informações que recebe, porque é mais fácil, e acredita que se está nas páginas do jornal, então tá tudo certo.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Bem Vindo ao seu blog!
Começa hoje...irônicamente no dia da mentira, a estréia, a inauguração do seu, do meu, do nosso blog. O Zéziss! Mas o que seria o Zéziss? O Zéziss pode ser o que você quiser. Por exemplo: "Vamos lá no zéziss?!" ou ainda... "Fomos lá no zéziss e foi muito legal!"
Enfim, post e mostre o zéziss que existe dentro de você!!
Fui
Enfim, post e mostre o zéziss que existe dentro de você!!
Fui
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